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Rejeição 646 do CT-e: CTe emitido em ambiente de homologação com Razão Social do remetente diferente

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CTeRejeição-646HomologaçãoAmbienteRemetenteSEFAZ

Em homologação, a razão social do remetente tem que ser a frase padrão exigida pela SEFAZ, e não o nome real da empresa.

A Rejeição 646 acontece quando o CT-e é enviado ao ambiente de homologação e a razão social do remetente traz o nome real da empresa. Em teste, a SEFAZ exige que esse campo contenha uma frase fixa, para deixar claro que o documento não vale como fiscal.

O que a SEFAZ responde: "CTe emitido em ambiente de homologação com Razão Social do remetente diferente de CTE EMITIDO EM AMBIENTE DE HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL"

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Por que acontece a Rejeição 646

Homologação é o ambiente de teste da SEFAZ. O documento é processado de verdade, com validação completa e retorno de protocolo, mas não tem valor fiscal — serve para o emissor conferir se está montando o XML corretamente.

Justamente porque o processamento é igual ao de produção, o fisco exige uma marca inequívoca: a razão social do remetente precisa ser exatamente

CTE EMITIDO EM AMBIENTE DE HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL

sem acento, em maiúsculas, com o hífen entre as duas partes. Assim, um DACTE de teste impresso por engano se identifica sozinho, e ninguém o confunde com um documento válido.

A rejeição aparece em duas situações:

  • O sistema está em homologação e envia o nome real do remetente, porque não trata a substituição.
  • Alguém emitiu em homologação sem perceber. Nesse caso a 646 é só o sintoma; o problema é o ambiente configurado.

No Berga

Configurações › Configurações Fiscais, no ambiente de emissão.

Deixa que o Berga resolve. Em homologação, o Berga troca a razão social do remetente, do destinatário e do tomador pela frase exigida pela SEFAZ, automaticamente, na hora de montar o XML. O nome real permanece no cadastro e volta a ser usado assim que a emissão passa para produção. Conheça o Berga — a emissão de CT-e já vem pronta.

Como resolver a Rejeição 646

Antes de mexer em qualquer campo, decida o que você queria fazer:

  1. 1
    Se a intenção era emitir de verdade, o problema não é a razão social — é o ambiente. Acesse Configurações › Configurações Fiscais, mude o ambiente para produção e emita novamente. Documento de homologação não vale como conhecimento de transporte.
  2. 2
    Se a intenção era mesmo testar, mantenha o ambiente e garanta que a razão social do remetente vá com a frase exigida, exatamente como a SEFAZ pede — sem acentos e sem alterar a pontuação.

Vale conferir os dois lados: alguns estados aplicam a mesma exigência ao destinatário e ao tomador, com mensagens próprias. Se depois de corrigir o remetente aparecer uma rejeição parecida para outro participante, a lógica é a mesma.

Como evitar a Rejeição 646

Defina o ambiente uma vez, no início, e não como parte da rotina de emissão. A troca frequente entre produção e homologação é o que produz emissão no ambiente errado — nos dois sentidos.

Ao terminar os testes de implantação, confirme a mudança para produção antes da primeira viagem real. É o momento em que a 646 costuma aparecer para quem acabou de configurar o sistema.

Se a Rejeição 646 continuar

Se você está em homologação de propósito e a rejeição insiste, compare o texto caractere a caractere: a frase não leva acento em "HOMOLOGACAO", usa hífen simples e vai toda em maiúsculas. Qualquer variação é recusada.

Se está em produção e mesmo assim recebe esta mensagem, o ambiente configurado não é o que você imagina — confira em Configurações › Configurações Fiscais e no certificado usado.

Ao abrir um chamado, informe o número e a série do CT-e e qual ambiente está configurado.

Consulte a tabela de rejeições do CT-e para procurar outro código.

Referência: MOC CT-e 4.00 — Anexo I, regras de validação G002 e I02.

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