Existe um tipo de falta que não é falta: o produto está no depósito, o sistema diz que tem, e ninguém acha. A venda atrasa, alguém compra de novo o que já existe e o estoque cresce sem o faturamento crescer junto.
No Berga, além do saldo, o item tem lugar. Depósitos e endereços dizem onde a mercadoria está, e cada movimento — entrada, saída, ajuste, produção — deixa registro de quem mexeu e por quê.
O que está incluído
Vários depósitos — Loja, depósito, filial e área de separação são lugares diferentes, com saldo próprio, em vez de um número só que não diz onde está.
Endereçamento dentro do depósito — Cada posição — rua, prateleira, nível — tem cadastro. É o que faz a separação parar de depender de quem "conhece o galpão".
Movimento com histórico — Entrada, saída, transferência e ajuste ficam registrados. Quando o saldo não bate, dá para ver onde começou a divergir.
Ajuste com motivo — Acerto de inventário é lançado como ajuste, não corrigindo o número por baixo do pano — o histórico continua contando a verdade.
Alerta de estoque baixo — O sistema avisa quando o item chega ao mínimo, antes de a venda descobrir que acabou.
Ligado a compra, venda e produção — A entrada vem da compra pelo XML do fornecedor, a saída vem da venda e a produção consome insumo e devolve produto acabado — sem lançamento manual em nenhuma ponta.
Como funciona na prática
1. Organize os lugares
Cadastre os depósitos e, dentro deles, os endereços. Dá para começar simples e detalhar depois, conforme a operação pedir.
2. Deixe o movimento acontecer sozinho
Compra, venda e produção movimentam o estoque como efeito da operação. O lançamento manual fica para a exceção, não para a rotina.
3. Use o histórico quando algo não bater
Com cada movimento registrado, a divergência tem data, origem e responsável — em vez de virar mistério no fim do mês.
Estoque parado é dinheiro parado
Além do saldo, o Berga traz a leitura do estoque: curva ABC para saber o que realmente gira, giro e cobertura, itens sem movimento e valorização do que está parado.
É com esses números que dá para decidir o que comprar menos, o que promover e o que deveria sair do catálogo — decisões que ficam invisíveis quando o controle mostra só quantidade.
Para quem é
- Distribuidoras e atacados
- Depósitos de material de construção
- Indústrias com insumo e produto acabado
- E-commerce com separação de pedido
- Autopeças e material elétrico
- Operações com mais de uma filial
Dúvidas frequentes
Preciso endereçar tudo para usar?
Não. Dá para começar com depósitos e só depois detalhar os endereços onde faz diferença. O sistema não obriga a mapear o galpão inteiro para funcionar.
A entrada da nota do fornecedor precisa ser digitada?
Não. A compra entra pelo XML do fornecedor, com os itens e o custo — e é isso que atualiza o saldo e o custo médio.
Como faço o inventário?
A diferença apurada entra como ajuste, com motivo. O saldo é corrigido e o histórico registra o acerto, o que é diferente de simplesmente sobrescrever o número.
Dá para saber o que não está girando?
Dá. Curva ABC, giro, itens sem movimento e valorização mostram onde o capital está parado — o tipo de coisa que só aparece quando o estoque é medido, não só contado.
Veja com o seu depósito
Em trinta minutos montamos a estrutura de depósitos e endereços da sua operação e mostramos um item entrando pela compra e saindo pela venda.