Tem processo na empresa que só existe na cabeça de uma pessoa: quem aprova o quê, o que precisa acontecer antes, quem avisa quem. Enquanto essa pessoa está por perto, funciona. Quando ela sai de férias, a empresa descobre que não tinha processo — tinha ela.
No Berga o trabalho tem quadro e o processo tem etapa. Tarefa vira cartão com responsável e prazo; fluxo de aprovação tem passos definidos, e o cartão só anda quando o passo é cumprido.
O que está incluído
Projetos com quadro e colunas — Cada projeto tem suas etapas, e você define quais são — não é um quadro engessado que serve para todo mundo.
Tarefas com responsável e categoria — Cartão com dono, categoria, anexo e comentário. O que foi combinado fica escrito onde o trabalho acontece.
Tarefa ligada ao que a originou — A tarefa pode apontar para o chamado, a venda, a ordem de serviço ou a pessoa que a motivou — então dá para voltar à origem sem procurar.
Tarefa criada a partir de chamado — O chamado do cliente vira tarefa do time com um passo, mantendo o vínculo entre o pedido e o trabalho.
Fluxos de aprovação — Processos com etapas definidas: o cartão avança pelas fases, e cada movimento fica registrado com comentário.
Histórico e arquivamento — O que terminou sai da vista mas continua consultável — a memória do processo não some com a limpeza do quadro.
Como funciona na prática
1. Desenhe o processo uma vez
As colunas do quadro são as etapas reais do seu trabalho, não um modelo genérico de metodologia.
2. O trabalho entra como cartão
Vindo de um chamado, de uma venda ou de uma ideia da reunião — sempre com responsável e prazo.
3. A passagem de etapa fica registrada
Quem moveu, quando e por quê. É isso que transforma "combinado" em processo que sobrevive a férias e a saídas.
Para quem é
- Times que atendem demanda de cliente
- Empresas com aprovação de compra ou desconto
- Implantação e onboarding de clientes
- Manutenção e assistência técnica
- Projetos internos com várias mãos
Dúvidas frequentes
Preciso de outra ferramenta de gestão de tarefas?
Não, e essa é a vantagem: a tarefa pode apontar para a venda, o chamado ou o cliente que a originou — coisa que ferramenta separada não faz, porque não conhece a sua operação.
Consigo definir as etapas do meu jeito?
Sim. As colunas do quadro são criadas por você, e o fluxo de aprovação tem os passos que o seu processo exige.
O chamado do cliente vira tarefa?
Vira, com o vínculo preservado — então quem for responder ao cliente sabe o que foi feito, e quem executou sabe para quem era.
O que aconteceu fica registrado?
Fica. Comentários, anexos e a movimentação entre etapas ficam no cartão, e o que é arquivado continua consultável.
Veja com um processo seu
Em trinta minutos montamos o quadro de um processo que hoje vive na cabeça de alguém e mostramos um cartão andando por ele.