Transportadora costuma pagar por dois sistemas: um para tocar a empresa e outro só para emitir o documento do frete. São dois cadastros de cliente, duas contas para conciliar e o fim do mês passado juntando informação dos dois lados.
No Berga, o CT-e e o MDF-e nascem da mesma base em que você cadastra o cliente, cobra e acompanha o caixa. O conhecimento de transporte vira fatura, a fatura vira boleto ou Pix, e a baixa acontece quando o dinheiro entra.
O que está incluído
CT-e do rascunho à autorização — Cria, calcula os valores da prestação, envia à SEFAZ e guarda o XML. Também duplica um conhecimento anterior, para quem repete rota e cliente toda semana.
Carta de correção do CT-e — Corrige o que a legislação permite depois de autorizado, sem precisar cancelar e refazer o documento.
Cancelamento dentro do prazo — Cancela pelo próprio sistema enquanto a SEFAZ aceita, com o evento registrado junto do documento.
MDF-e e encerramento — O manifesto agrupa os documentos da viagem e é encerrado quando a carga chega — o encerramento é obrigatório e é o que mais gera pendência em quem controla no papel.
CIOT emitido, encerrado e cancelado — Para o transporte com motorista autônomo, o CIOT é emitido junto do manifesto e encerrado no fim da operação.
Averbação do seguro de carga — O CT-e é averbado junto à seguradora a partir do próprio documento, sem redigitar dados da viagem.
Fatura a partir do conhecimento — O CT-e gera a fatura do frete, que segue com boleto ou Pix e entra na régua de cobrança como qualquer outra receita.
Como funciona na prática
1. O conhecimento é emitido com os dados que já existem
Remetente, destinatário, tomador e veículo saem dos cadastros do sistema. O cálculo da prestação usa a tabela do cliente, não uma planilha à parte.
2. O manifesto agrupa a viagem
Os documentos que vão no mesmo caminhão entram no MDF-e, que é transmitido antes de a carga sair — e encerrado quando chega ao destino.
3. O frete vira dinheiro a receber
Com o CT-e autorizado, a fatura é gerada e cobrada pelos meios que você já usa. O recebimento aparece no fluxo de caixa junto com o resto da operação.
O que a fiscalização cobra e o sistema resolve
O MDF-e precisa ser encerrado depois da viagem: manifesto em aberto acumula pendência no cadastro da empresa e aparece na fiscalização. O Berga acompanha o que está aberto e permite encerrar de dentro do próprio documento.
A carta de correção do CT-e tem hipóteses limitadas em lei, e o cancelamento tem prazo. Quando o prazo passa, o caminho é outro documento — e o sistema deixa claro qual é a situação de cada conhecimento em vez de deixar você descobrir na hora do aperto.
Ver todos os documentos fiscais →
Para quem é
- Transportadoras de carga
- Empresas com frota própria que emitem frete
- Operadores logísticos
- Transporte de cargas especiais
- Distribuidoras que transportam a própria mercadoria
- Agenciadores de carga
Dúvidas frequentes
Preciso de um sistema separado só para o CT-e?
Não. O CT-e e o MDF-e ficam no mesmo sistema em que você cadastra clientes, emite fatura, cobra e acompanha o caixa. O frete deixa de ser uma ilha e passa a entrar no resultado junto com o resto.
O MDF-e precisa ser encerrado?
Precisa, depois que a viagem termina. Manifesto em aberto fica pendente perante a SEFAZ. No Berga o encerramento é feito no próprio documento, e dá para ver quais ainda estão abertos.
Dá para emitir CIOT para motorista autônomo?
Dá. O CIOT é emitido junto da operação, e encerrado ou cancelado conforme o transporte se desenrola.
E o seguro da carga?
O CT-e pode ser averbado junto à seguradora a partir do próprio documento, sem redigitar peso, valor e rota em outro portal.
O frete emitido vira cobrança automaticamente?
Sim. O conhecimento gera a fatura, que sai com boleto ou Pix e entra na régua de cobrança. O recebimento é baixado quando o dinheiro cai.
Veja com uma rota sua
Em trinta minutos emitimos um CT-e com um cliente e uma rota que você já opera, montamos o manifesto e mostramos o frete virando cobrança.