Rejeição 236: Chave de Acesso com dígito verificador inválido
A chave consultada não passa no cálculo. Veja como conferir os 44 dígitos.
A Rejeição 236 acontece quando a chave de acesso informada em uma consulta ou evento tem o dígito verificador inválido.
Por que acontece a Rejeição 236
A chave tem 44 dígitos, e o último é calculado a partir dos 43 anteriores. Errar qualquer número quebra esse cálculo — e a SEFAZ percebe sem consultar base nenhuma.
Por isso essa é sempre a primeira validação da chave: ela é matemática e instantânea. Só depois de passar por ela é que a nota é procurada.
As causas mais comuns:
Digitação manual. É a causa principal. Errar um dígito em 44 é fácil demais.
Chave lida do DANFE impresso. O número vem quebrado em blocos, e um bloco pode ser lido errado.
Chave incompleta. Falta ou sobra um dígito, normalmente por espaço no meio.
Leitura parcial do código de barras. O leitor pegou só parte da chave.
Como resolver a Rejeição 236
- 1Confira os 44 dígitos contra a nota original.
- 2Sendo a nota sua, consulte-a a partir do sistema em vez de digitar a chave.
- 3Sendo de terceiro, copie a chave do XML, não do papel.
- 4Confira se não há espaços no início ou no fim.
- 5Tente novamente.
Como evitar a Rejeição 236
Não digite chaves de 44 dígitos. Consultas e eventos devem partir da nota no sistema, e chaves de terceiros saem do XML por cópia.
Guarde os XML recebidos: além da obrigação legal de guarda por cinco anos, eles são a fonte confiável da chave.
Se a Rejeição 236 continuar
Passando o dígito, as validações seguintes olham a chave por partes: UF, ano e mês, CNPJ ou CPF, modelo e número. Cada uma tem código próprio.
Se a mensagem mudar para uma delas, o dígito já está correto — e o erro está em um trecho específico.
Persistindo, abra um chamado informando a chave de acesso completa.
Referência: MOC 7.0 — Anexo I, tabela de motivos de não atendimento da solicitação.