Rejeição 868 do CT-e: Obrigatória a informação do identificador do CSRT e do Hash do CSRT
O CSRT e o hash não foram informados. É o código que prova que aquele documento saiu do emissor que o responsável técnico declara.
A Rejeição 868 acontece quando o identificador do CSRT e o hash do CSRT não são informados no grupo do responsável técnico.
O que a SEFAZ responde: "Obrigatória a informação do identificador do CSRT e do Hash do CSRT"
Por que acontece a Rejeição 868
O CSRT — Código de Segurança do Responsável Técnico — resolve uma fragilidade do grupo que a rejeição 867 cobra. Informar o CNPJ do desenvolvedor é uma declaração: qualquer emissor pode escrever o CNPJ de qualquer empresa. Não há prova.
O CSRT é a prova. Funciona assim:
- 1A SEFAZ entrega ao desenvolvedor um código secreto, com um identificador.
- 2Ao montar cada documento, o emissor combina esse código com a chave de acesso e calcula um hash.
- 3No XML vão apenas o identificador e o hash — nunca o código.
- 4A SEFAZ refaz o cálculo com o código que guarda. Se der igual, o documento saiu mesmo daquele emissor.
O código nunca trafega, e o hash muda a cada documento porque a chave muda. Quem não tem o código não consegue produzir o hash de nenhum documento.
Duas situações produzem a rejeição:
- O desenvolvedor não tem CSRT cadastrado na UF que passou a exigi-lo.
- O emissor tem o código mas não implementa o cálculo, e envia o grupo sem os dois campos.
Como a exigência é decidida por cada estado, ela costuma aparecer ao emitir para uma UF nova.
No Berga
DFe › CTe, na emissão do documento.
Deixa que o Berga resolve. Onde o CSRT é exigido, o Berga calcula o hash de cada documento e envia os dois campos — nada a configurar do seu lado. Conheça o Berga — a emissão de CT-e já vem pronta.
Como resolver a Rejeição 868
Esta correção não é do usuário do sistema — é do fornecedor do emissor.
- 1Informe ao fornecedor a rejeição e a UF autorizadora que a devolveu.
- 2Ele precisa ter o CSRT cadastrado naquela UF e implementar o cálculo do hash.
- 3Enquanto isso, emita pelas UFs que não exigem, se a operação permitir.
Como evitar a Rejeição 868
Ao contratar um emissor, pergunte por quais UFs ele está homologado e se implementa o CSRT. É uma pergunta que raramente se faz na compra e que aparece na primeira viagem interestadual para um estado exigente.
Se a Rejeição 868 continuar
Se o fornecedor implementou e a rejeição insiste, o hash pode estar sendo calculado sobre a chave errada — ele muda a cada documento e depende da chave daquele documento.
Ao abrir um chamado, informe o número e a série do CT-e, a UF autorizadora e o nome do emissor.
Consulte a tabela de rejeições do CT-e para procurar outro código.
Referência: MOC CT-e 4.00 — Anexo I, obrigatoriedade do CSRT e do hash do responsável técnico.