Rejeição 903: Versão informada no QR-Code não é mais válida para a data de emissão
A primeira versão do QR Code foi aposentada em 2018. Veja o que ela indica hoje.
A Rejeição 903 acontece quando a NFC-e traz o QR Code na versão "100", que deixou de valer para notas emitidas depois de 30 de setembro de 2018.
Por que acontece a Rejeição 903
O QR Code impresso no cupom é o que permite ao consumidor conferir a nota no site da SEFAZ. Ele é montado com a chave de acesso, dados da venda e uma assinatura.
A versão 100 foi a primeira. A versão seguinte mudou a forma de montagem e passou a usar o CSC — Código de Segurança do Contribuinte de outro jeito, mais seguro. Desde outubro de 2018 ela é a única aceita.
Ou seja: esta rejeição não é sobre erro de digitação. Ela indica que o emissor está gerando o QR Code por um método antigo.
As causas mais comuns:
Emissor desatualizado. É a causa principal — versão antiga do sistema ou de uma biblioteca de geração.
Integração própria que montou o QR Code seguindo documentação antiga.
Configuração fixada na versão 1, herdada de quando as duas conviviam.
Como resolver a Rejeição 903
Este não é um ajuste de cadastro: a correção está no sistema emissor.
- 1Atualize o emissor para a versão vigente.
- 2Sendo integração própria, refaça a montagem do QR Code conforme a versão atual.
- 3Confirme que o CSC e o identificador do CSC estão configurados.
- 4Reenvie o cupom.
Como evitar a Rejeição 903
Mantenha o emissor atualizado. As notas técnicas mudam a montagem do QR Code, os campos e as validações — e cada mudança tem data de vigência.
Se a Rejeição 903 continuar
Rejeições vizinhas do QR Code: QR Code não informado, QR Code com URL inválida e assinatura do QR Code divergente — esta última costuma apontar CSC errado ou trocado entre homologação e produção.
Persistindo, abra um chamado informando o número do cupom e a versão do emissor.
Referência: MOC 7.0 — Anexo I, regra de validação ZX02-15.