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Rejeição 854 do CT-e: Parâmetro sign não deve ser informado no QR Code

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CTeRejeição-854QR CodeEmissão NormalSVCSEFAZ

Na emissão normal e na SVC, o QR Code não leva assinatura — a consulta à SEFAZ já responde pelo documento.

A Rejeição 854 é o inverso da 853: o conhecimento foi emitido de forma normal ou pela SVC, e o QR Code traz o parâmetro de assinatura, que nesses casos não deve existir.

O que a SEFAZ responde: "Parâmetro sign não deve ser informado no QR Code para emissão normal"

Abrir CT-e

Por que acontece a Rejeição 854

O QR Code do DACTE existe para quem está na estrada: fiscal, motorista, destinatário. Apontando a câmera, qualquer um confere na hora se aquele conhecimento está autorizado, sem precisar digitar 44 dígitos.

Ele não é uma imagem qualquer — é uma URL montada com regra, gravada dentro do XML, com o endereço oficial de consulta do estado, a chave de acesso e o ambiente. A SEFAZ confere essa montagem antes de autorizar, porque um QR Code errado imprime no DACTE um link que não leva a lugar nenhum.

A assinatura no QR Code existe para um cenário só: o documento que circula antes de ser autorizado, na contingência por FS-DA ou EPEC. Ela permite verificar o conhecimento sem consultar a base da SEFAZ, que naquele momento está inacessível.

Na emissão normal — e também na SVC, que é um ambiente de autorização real —, o documento já está autorizado quando o DACTE é impresso. A consulta responde, e a assinatura seria uma informação redundante dentro da URL.

A causa é quase sempre a mesma da rejeição vizinha, ao contrário: a contingência foi usada e não foi desligada por completo. A emissão voltou ao normal, mas o gerador continuou acrescentando a assinatura.

No Berga

DFe › CTe, na listagem do conhecimento.

Deixa que o Berga resolve. O QR Code é montado conforme o caminho que a transmissão está usando — não fica com parâmetros de contingência sobrando depois que a SEFAZ volta. Conheça o Berga — a emissão de CT-e já vem pronta.

Como resolver a Rejeição 854

  1. 1
    Confirme o tipo de emissão: sendo normal ou SVC, a assinatura não deve ser enviada.
  2. 2
    Se você emite por integração própria, ajuste o gerador para incluir o parâmetro apenas quando o tipo for FS-DA ou EPEC.
  3. 3
    Transmita novamente.

O CT-e recusado por validação não consome numeração.

Como evitar a Rejeição 854

Trate a contingência como um estado com hora para acabar. Ao encerrá-la, confira o que ficou ligado — este parâmetro e os campos de data e justificativa, que geram a rejeição 586, são os que mais permanecem.

Se a Rejeição 854 continuar

Se o tipo de emissão está normal e a rejeição insiste, o documento pode ter sido montado durante a contingência e ficado com o parâmetro gravado — nesse caso precisa ser reemitido.

Ao abrir um chamado, informe o número e a série do CT-e e o tipo de emissão.

Consulte a tabela de rejeições do CT-e para procurar outro código.

Referência: MOC CT-e 4.00 — Anexo I, validação do parâmetro de assinatura no QR Code em emissão normal.

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