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Sumário

Como Preencher Nota Fiscal Eletrônica: Campo por Campo [2026]

Preencher uma nota fiscal eletrônica pela primeira vez pode parecer assustador. São dezenas de campos, siglas que parecem outro idioma — CFOP, NCM, CST, CSOSN, ICMS, IPI, PIS, COFINS — e qualquer erro resulta em rejeição da SEFAZ.

A verdade é que a maioria desses campos segue uma lógica simples quando você entende o que cada um significa. E mais: boa parte deles pode ser preenchida automaticamente pelo sistema de gestão, sobrando para você apenas os dados da venda em si.

Neste guia, vamos percorrer todos os campos da NFe na ordem em que aparecem, explicando o que preencher em cada um, com exemplos práticos e os erros que mais causam rejeição.

Resumo rápido

  • Você precisa de certificado digital, dados do cliente, dados dos produtos e a tributação
  • Produto cadastrado corretamente (NCM, CFOP, CST/CSOSN) faz o sistema calcular o imposto sozinho
  • A maior parte das rejeições nasce no cadastro, não no preenchimento
  • Manual leva de 5 a 10 minutos por nota; integrado ao pedido, menos de um
  • O que precisa ser guardado por cinco anos é o XML autorizado, não o DANFE

💡 No Berga, todos os campos da nota fiscal são preenchidos automaticamente — CFOP, NCM, CST, CSOSN e impostos. Você só escolhe o cliente e os itens.


O que você precisa antes de começar?

Antes de preencher qualquer campo, quatro coisas precisam estar em ordem: certificado digital válido em nome do CNPJ, inscrição estadual ativa, sistema emissor configurado com os dados da empresa e o cadastro de produtos com NCM, CFOP e tributação definidos. Faltando qualquer uma delas, a nota não chega a ser transmitida — ou é rejeitada na primeira tentativa.

1. Certificado digital

O certificado digital é a assinatura eletrônica da sua empresa. Sem ele, a SEFAZ não aceita a nota fiscal.

TipoFormatoValidadeIndicado para
A1Arquivo digital (.pfx)1 anoSistemas de gestão, emissão automática
A3Cartão ou token USB1 a 5 anosEmissão manual, poucos documentos

Recomendação: o certificado A1 é o mais prático para quem usa sistema de gestão, porque fica instalado no servidor e permite emissão automática 24h por dia. O A3 exige o cartão/token conectado fisicamente a cada emissão.

Dica: o certificado digital para NFe precisa ser do tipo e-CNPJ (no CNPJ da empresa), não e-CPF.

2. Inscrição Estadual (IE) ativa

A IE é o que autoriza sua empresa a emitir NFe na SEFAZ do seu estado. Sem IE ativa, a SEFAZ rejeita a transmissão (erro 203: "Emissor não habilitado").

3. Credenciamento na SEFAZ

Sua empresa precisa estar credenciada para emitir NFe no ambiente da SEFAZ (produção ou homologação). O contador geralmente cuida disso na abertura da empresa.

4. Produtos cadastrados

Cada produto precisa ter no mínimo: descrição, NCM (código de classificação), unidade de medida e valor. O cadastro correto dos produtos é o que permite o preenchimento automático na hora de emitir a nota.


Dados do emitente (sua empresa)

Os campos do emitente identificam quem está emitindo a nota fiscal. Na prática, são preenchidos uma vez só — quando você configura o sistema. Depois, aparecem automaticamente em toda nota.

CampoO que preencherExemplo
CNPJCNPJ da empresa emitente12.345.678/0001-90
Razão SocialNome empresarial completoComércio de Roupas Silva Ltda
Nome FantasiaNome comercial (opcional)Loja Silva
Inscrição EstadualIE na SEFAZ do estado123.456.789.000
Inscrição MunicipalIM na prefeitura (se aplicável)12345678
CRTCódigo do regime tributário1 = Simples Nacional, 3 = Regime Normal
Endereço completoLogradouro, número, bairro, cidade, UF, CEPRua das Flores, 100, Centro, São Paulo, SP
Código IBGE do municípioCódigo numérico da cidade3550308 (São Paulo)

CRT (Código de Regime Tributário):

  • 1 = Simples Nacional
  • 2 = Simples Nacional com excesso de sublimite
  • 3 = Regime Normal (Lucro Presumido ou Lucro Real)

O CRT determina se a nota usará CSOSN (Simples Nacional) ou CST (regime normal) nos campos tributários. Entenda a diferença entre CST e CSOSN.


Dados do destinatário (seu cliente)

Os dados do destinatário dizem quem está comprando — é a parte que muda a cada nota. Para pessoa jurídica, são obrigatórios CNPJ, razão social, endereço completo e inscrição estadual quando o destinatário é contribuinte. Para pessoa física, CPF e endereço. Dado divergente do cadastro na Receita ou na SEFAZ é uma das causas mais frequentes de rejeição:

CampoO que preencherExemplo
CNPJ ou CPFDocumento do cliente98.765.432/0001-10 ou 123.456.789-00
Razão Social / NomeNome completo do clienteEmpresa XYZ Comércio Ltda
Inscrição EstadualIE do cliente (se contribuinte)987.654.321.000
Indicador de IESe o cliente é contribuinte1 = Contribuinte, 2 = Isento, 9 = Não contribuinte
Endereço completoLogradouro, número, bairro, cidade, UF, CEPAv. Brasil, 500, Jardim, Curitiba, PR
Código IBGECódigo do município do cliente4106902 (Curitiba)

Cuidados importantes

Indicador de IE: esse campo afeta a tributação. Se o cliente tem IE, é contribuinte (indicador 1). Se é pessoa física ou empresa sem IE, é não contribuinte (indicador 9). Errar aqui pode causar rejeição 696 da SEFAZ.

Consumidor final: se o cliente é pessoa física (CPF) ou empresa sem IE, geralmente é consumidor final. Isso afeta o campo indFinal da nota e pode alterar o CFOP (de x.102 para x.108, por exemplo).

Estado do cliente: se o estado do cliente for diferente do seu, a nota é interestadual e o CFOP muda (5xxx vira 6xxx). A alíquota de ICMS interestadual também é diferente (7% ou 12% ao invés da alíquota interna).


Natureza da operação e CFOP

A natureza da operação descreve em palavras o que está sendo feito — venda, devolução, remessa — e precisa ser coerente com o CFOP escolhido. As duas informações são conferidas em conjunto pela SEFAZ, e divergência entre elas gera rejeição:

CampoO que preencherExemplo
Natureza da operaçãoTexto descritivo da operação"Venda de mercadoria"
CFOPCódigo fiscal da operação (por item)5.102 (venda dentro do estado)

A natureza da operação é um texto livre que aparece no DANFE. Os mais comuns são: "Venda de mercadoria", "Devolução de compra", "Remessa para conserto", "Transferência".

O CFOP é o código de 4 dígitos que indica exatamente o tipo de operação fiscal. É definido por item — produtos diferentes na mesma nota podem ter CFOPs diferentes.

Os CFOPs mais usados em vendas

SituaçãoCFOP
Venda de mercadoria (revenda) dentro do estado5.102
Venda de mercadoria (revenda) para outro estado6.102
Venda de produção própria (indústria) dentro do estado5.101
Venda de produção própria para outro estado6.101
Venda com substituição tributária já recolhida5.405
Venda para consumidor final dentro do estado5.108
Devolução de compra ao fornecedor5.202

Se a sua empresa está configurada corretamente no sistema, o CFOP é selecionado automaticamente com base no tipo de operação e no estado do destinatário.


Dados dos produtos (item por item)

Esta é a parte mais longa da nota: cada produto é uma linha própria, com código, descrição, NCM, CFOP, unidade, quantidade, valor unitário e a tributação completa de ICMS, IPI, PIS e COFINS. É aqui que a maior parte dos erros acontece, porque um NCM ou CST errado no cadastro se repete em toda nota emitida daquele item:

CampoO que preencherExemplo
Código do produtoCódigo interno no seu sistemaSKU-001
DescriçãoNome do produto (claro e específico)Camiseta Algodão Masculina M
NCMCódigo de classificação fiscal (8 dígitos)61091000
CESTCódigo de ST (se aplicável, 7 dígitos)2800100
CFOPCódigo fiscal deste item5102
UnidadeUnidade de medidaUN, KG, CX, PCT, MT
QuantidadeQuantidade vendida10
Valor unitárioPreço por unidade49.90
Valor totalQuantidade x valor unitário499.00
EAN/GTINCódigo de barras (se houver)7891234567890

Sobre o NCM

O NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) é obrigatório em cada item. São 8 dígitos que classificam o produto e determinam a alíquota de IPI. Exemplo: camiseta de algodão = 6109.10.00.

Se o NCM estiver errado ou não existir na tabela oficial, a SEFAZ rejeita a nota (erro 778). Se estiver ausente, rejeição 777.

Sobre a descrição

A descrição deve ser clara e específica. Evite genéricos como "Mercadoria" ou "Produto". A SEFAZ pode rejeitar descrições vagas, e a Receita Federal usa a descrição em cruzamentos fiscais.

Dica para homologação: se estiver testando em ambiente de homologação, a descrição do primeiro item deve conter "NF-E EMITIDA EM AMBIENTE DE HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL" (erro 373 se não contiver).


Campos tributários (impostos)

Os campos tributários são onde a maioria das pessoas se perde. São vários impostos, cada um com seus campos. Mas a lógica é a mesma para todos: base de cálculo x alíquota = valor do imposto.

ICMS

O ICMS é o imposto principal. Os campos mudam conforme o regime tributário:

Para Simples Nacional (CRT = 1):

CampoO que preencherExemplo
CSOSNCódigo de operação no Simples Nacional102 (sem crédito)
OrigemOrigem da mercadoria0 = Nacional

No Simples Nacional, o ICMS geralmente não é destacado na nota (é recolhido no DAS). Os CSOSNs mais comuns: 101 (com crédito), 102 (sem crédito), 500 (ST já recolhida).

Para Lucro Presumido ou Real (CRT = 3):

CampoO que preencherExemplo
CSTCódigo de situação tributária00 (tributada integralmente)
OrigemOrigem da mercadoria0 = Nacional
Base de cálculoValor sobre o qual incide o ICMS499.00
AlíquotaPercentual do ICMS18%
Valor do ICMSBase x alíquota89.82

Os CSTs mais comuns: 00 (tributada), 10 (com ST), 20 (base reduzida), 40 (isenta), 60 (ST já recolhida).

Quando há substituição tributária, campos adicionais aparecem:

CampoO que preencher
Base de cálculo STValor da base com MVA
Alíquota STPercentual da ST
Valor do ICMS STValor calculado da ST

PIS e COFINS

CampoSimples NacionalLucro PresumidoLucro Real
CST PIS99 (outras operações)01 (tributável)01 (tributável)
Base de cálculoValor do itemValor do item
Alíquota PIS0,65%1,65%
Valor PIS3.248.23
CST COFINS99 (outras operações)01 (tributável)01 (tributável)
Base de cálculoValor do itemValor do item
Alíquota COFINS3%7,6%
Valor COFINS14.9737.92

No Simples Nacional, PIS e COFINS geralmente são informados com CST 99 e valores zerados (recolhidos no DAS).

IPI

O IPI só se aplica a produtos industrializados. Se sua empresa é comércio (revenda), geralmente não destaca IPI.

CampoO que preencher
CST IPI50 (saída tributada), 53 (não tributada)
Base de cálculoValor do item
AlíquotaConforme TIPI (depende do NCM)
Valor IPIBase x alíquota

Resumo: o que preencher por regime

CampoSimples NacionalLucro Presumido/Real
ICMSCSOSN + origemCST + base + alíquota + valor
PISCST 99, valores zeroCST 01 + base + alíquota + valor
COFINSCST 99, valores zeroCST 01 + base + alíquota + valor
IPIGeralmente não destacaConforme TIPI (se indústria)

Na prática: se seus produtos estão cadastrados corretamente com NCM, CST/CSOSN e alíquotas, o sistema calcula tudo automaticamente. Você não precisa preencher cada campo de imposto manualmente a cada nota.

💡 Toda essa complexidade tributária existe para o governo, não para você. No Berga, basta cadastrar o produto com nome e preço — o sistema sugere o NCM, define CST/CSOSN, calcula ICMS, PIS, COFINS e IPI automaticamente. Se a SEFAZ rejeitar, o erro aparece traduzido em linguagem simples.


Transporte e frete

Os campos de transporte definem quem contratou o frete, quem transporta e como. A modalidade vai de frete por conta do emitente até a ausência de transporte. Havendo transportadora, entram aqui os dados dela, a placa do veículo e o volume transportado:

CampoO que preencherOpções
Modalidade do freteQuem paga o frete0 = Emitente, 1 = Destinatário, 2 = Terceiros, 9 = Sem frete
TransportadoraCNPJ e dados da transportadora(se houver frete)
Valor do freteCusto do freteR$ 50,00
VolumesQuantidade e tipo de volumes2 caixas, peso 15kg

Dica: se o frete é por conta do comprador (FOB), use modalidade 1. Se é por conta do vendedor (CIF), use modalidade 0. Se não tem frete, use 9.

O valor do frete, quando informado, entra na base de cálculo do ICMS (e do IPI se houver).


Pagamento e cobrança

A seção de pagamento informa como a venda foi paga: à vista ou a prazo, o meio utilizado e, no caso de parcelamento, o valor e o vencimento de cada parcela. Desde a versão 4.00 da NF-e, esses campos são obrigatórios:

CampoO que preencherExemplo
Forma de pagamentoComo o cliente vai pagar01 = Dinheiro, 03 = Cartão crédito, 05 = Cartão débito, 15 = Boleto, 17 = Pix
Valor do pagamentoQuanto em cada formaR$ 499,00
Indicador de pagamentoÀ vista ou a prazo0 = À vista, 1 = A prazo
DuplicatasParcelas (se a prazo)1a: R$ 249,50 venc. 30/04, 2a: R$ 249,50 venc. 30/05

Principais códigos de forma de pagamento:

CódigoForma
01Dinheiro
02Cheque
03Cartão de crédito
04Cartão de débito
05Crédito loja
15Boleto bancário
17Pix
90Sem pagamento (bonificação, remessa)
99Outros

A soma de todas as formas de pagamento deve ser igual ao total da nota. Divergência gera rejeição.


Informações complementares

O campo de informações complementares é texto livre que aparece no corpo do DANFE e acompanha a nota. É onde entram o número do pedido, dados de transporte e — no caso de empresa do Simples Nacional — a frase obrigatória sobre o aproveitamento de crédito de ICMS. Também é onde a legislação exige que se informe o embasamento de isenções e reduções.

O que colocar:

  • Dados de financiamento: "Pedido 12345, OC 67890"
  • Informações de transporte: "Mercadoria segurada, apólice 123"
  • Legislação: "Base legal: Art. XX do RICMS/SP"
  • No Simples Nacional: "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL" (obrigatório em alguns estados)
  • Valor aproximado de tributos (Lei da Transparência): "Valor aproximado de tributos: R$ XX,XX"

O que NÃO colocar:

  • Dados que já estão em campos próprios (CNPJ, endereço)
  • Propagandas ou textos promocionais
  • Informações falsas ou inconsistentes com a operação

Checklist: 12 erros que mais causam rejeição

A maior parte das rejeições vem de um punhado de erros repetidos: dado do destinatário divergente da base da SEFAZ, NCM inexistente ou desativado, CFOP incompatível com a operação, CST ou CSOSN errado para o regime da empresa e soma dos itens que não bate com o total da nota. Vale conferir estes pontos antes de transmitir:

Dados do destinatário

#VerificaçãoErro SEFAZ
1CNPJ/CPF do cliente é válido?207/208: documento inválido
2Inscrição Estadual está correta (se contribuinte)?209: IE inválida
3Código IBGE do município corresponde ao estado?270: município incompatível com UF

Dados dos produtos

#VerificaçãoErro SEFAZ
4Todo item tem NCM com 8 dígitos?777: NCM incompleto
5O NCM existe na tabela oficial vigente?778: NCM inexistente
6A descrição do produto é específica (não genérica)?373: descrição incorreta em homologação
7O CFOP é compatível com a operação e o estado de destino?733: CFOP incompatível

Tributação

#VerificaçãoErro SEFAZ
8O CST/CSOSN é compatível com o regime tributário (CRT)?590/591: CST incompatível
9A alíquota de ICMS está correta para o estado?Diversas rejeições de alíquota
10Destinatário sem IE está marcado como consumidor final?696: não contribuinte deve ser consumidor final

Pagamento e totais

#VerificaçãoErro SEFAZ
11A soma dos pagamentos é igual ao total da nota?865: divergência no pagamento
12O certificado digital está válido e dentro da validade?280/281: certificado inválido

Perguntas frequentes

Conclusão

Preencher uma nota fiscal eletrônica envolve muitos campos — dados do emitente, destinatário, produtos, tributação, transporte e pagamento. São siglas como CFOP, NCM, CST, CSOSN, ICMS, PIS, COFINS e IPI que formam uma verdadeira sopa de letrinhas para quem está começando.

Mas o ponto-chave é: a maioria desses campos só precisa ser configurada uma vez. Os dados da sua empresa são fixos. Os produtos, uma vez cadastrados com NCM, CFOP e tributação correta, são reutilizados em toda nota. O que muda a cada venda são apenas: cliente, produtos vendidos, quantidade e forma de pagamento.

O segredo está na configuração inicial bem feita — com apoio do contador para definir os códigos fiscais. Depois disso, a emissão de cada nota se resume a: escolher o cliente, adicionar os produtos e confirmar. O sistema faz o restante.


Como o Berga simplifica toda essa jornada?

Toda essa sopa de letrinhas — CFOP, NCM, CST, CSOSN, ICMS, PIS, COFINS, IPI — existe para o governo, não para o empreendedor. Você abriu uma empresa para vender, atender clientes e crescer, não para decorar códigos fiscais. O Berga existe para simplificar isso e deixar você focar no que importa: o seu negócio.

  • Cadastre o produto com nome e preço — o Berga sugere o NCM correto, define o CFOP, associa o CST/CSOSN e configura as alíquotas automaticamente
  • Selecione o cliente e adicione os itens — o sistema detecta se é dentro do estado ou interestadual e ajusta CFOP e alíquotas sem você perceber
  • ICMS, PIS, COFINS, IPI calculados instantaneamente — base de cálculo, alíquota e valor preenchidos em todos os campos da nota, por item
  • Substituição tributária detectada e aplicada — se o produto tem ST, o sistema muda CST/CSOSN, CFOP e valores automaticamente
  • Certificado digital A1 integrado — a nota é assinada e transmitida para a SEFAZ em segundos, sem cartão, sem token, sem complicação
  • XML enviado ao cliente por e-mail e WhatsApp, DANFE gerado automaticamente, backup em nuvem por 5 anos
  • Se a SEFAZ rejeitar? O Berga traduz o erro em linguagem simples e indica exatamente o que corrigir

O empreendedor não precisa entender CFOP, NCM, CST e CSOSN. Precisa vender. No Berga, você cadastra o produto, registra a venda e a nota fiscal sai pronta — com todos os campos preenchidos, impostos calculados e XML transmitido para a SEFAZ. Toda a sopa de letrinhas vira um clique. Simplifique a emissão da sua nota fiscal — solicite uma demonstração do Berga →

Quanto tempo leva para preencher uma nota fiscal?

Manualmente, preenchendo campo por campo: 5 a 15 minutos por nota, dependendo da quantidade de itens e da complexidade tributária. Com sistema integrado (onde produtos e clientes já estão cadastrados): menos de 1 minuto — você seleciona o cliente, adiciona os produtos, e o sistema preenche o restante.

Preciso preencher os impostos manualmente?

Não, se o sistema estiver configurado corretamente. Quando você cadastra o produto com NCM, CST/CSOSN e alíquotas, o sistema calcula ICMS, PIS, COFINS e IPI automaticamente a cada nota. Você só precisa verificar se os valores estão coerentes.

O que fazer quando a nota é rejeitada?

Leia o código e a mensagem de rejeição da SEFAZ. As mais comuns são: NCM inválido (777/778), CNPJ inválido (207), CFOP incompatível (733), certificado expirado (280). Corrija o campo indicado e retransmita — a nota rejeitada não tem valor fiscal e pode ser corrigida sem limite de tentativas.

Posso emitir nota fiscal sem certificado digital?

Não para NFe (modelo 55). O certificado digital é obrigatório para assinar o XML e transmitir à SEFAZ — precisa ser emitido no padrão ICP-Brasil. Sem ele, a SEFAZ não aceita a transmissão. A única exceção é o MEI, que pode emitir NFCe pelo app do governo sem certificado em alguns estados.

Qual a diferença entre CST e CSOSN?

O CST é usado por empresas do Lucro Presumido e Lucro Real (CRT = 3). O CSOSN é usado por empresas do Simples Nacional (CRT = 1). Ambos indicam a situação tributária do ICMS, mas com códigos diferentes. Veja o guia completo de CSOSN.

Como preencher nota fiscal para outro estado?

Mude o CFOP de 5xxx para 6xxx (exemplo: 5.102 vira 6.102). A alíquota de ICMS interestadual é 7% ou 12% (depende do estado de destino). Se o destinatário é consumidor final de outro estado, pode haver DIFAL. O guia de CFOP detalha as conversões.

Preciso informar CEST em toda nota fiscal?

O CEST só é obrigatório para produtos sujeitos a substituição tributária. Se o produto não tem ST, não precisa informar CEST. Mas se tem ST (mesmo com CST 60 ou CSOSN 500), o CEST é obrigatório.

O que preencher no campo "natureza da operação"?

É um texto descritivo livre. Os mais comuns: "Venda de mercadoria", "Venda de produção própria", "Devolução de compra", "Remessa para conserto", "Transferência". Deve ser condizente com o CFOP informado.


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